A vida é feita de mudanças e eu sou uma pessoa aberta a isso. Acho que um dia ainda vou me aventurar mais na cozinha. É que a minha rotina atual também não permite, por pura falta de tempo. Sei que muitas pessoas se identificam com isso e, por esse motivo, quero deixar aqui mais um testemunho pessoal.
Eu era daquelas pessoas que falam que hoje a vida é prática, que tem tudo pronto ou semipronto no supermercado, que o importante é trabalhar e ter dinheiro para poder adquirir produtos e utensílios que facilitam a rotina. Pode isso?
Mas... Como falei, sou aberta a novos conhecimentos e a mudar sempre que necessário. É claro que mudar para melhor. Como já escrevi outras vezes aqui, minha ânsia desenfreada por conhecimento me conduziu por caminhos interessantes.
Nesses caminhos, conheci (pessoalmente ou não) pessoas maravilhosas, artigos sérios, livres de interesses comerciais, pesquisadores respeitados internacionalmente etc. E foi graças a essa trilha (que sempre percorrerei com entusiasmo) que mudei conceitos acadêmicos tradicionais e conceitos pessoais.
Hoje, não vejo possibilidade alguma de falar em qualidade de vida, saúde, prevenção etc., sem cuidar da alimentação. Assim, aquelas minhas palavras de praticidade caíram completamente por terra. Afinal, a alimentação natural, caseira, artesanal, livre de industrializados, é fundamental nesse processo da qualidade de vida.
Passei a me interessar por isso com afinco, pesquiso receitas saudáveis, leio sobre os ingredientes, evitando ao máximo os processados. Leia aqui meu breve depoimento sobre o assunto.
Compar comida semipronta no mercado, nem pensar!!! Enlatados, embutidos, refinados... Tudo passa por processos químicos violentos e que, ao longo dos anos, vão afetando profundamente nosso organismo.
Mas o que quero mesmo falar neste artigo é que cozinhar pode ser um momento prazeroso. Basta olhar pelo ângulo dos benefícios que estamos fazendo a nós mesmos e a quem amamos. Para quem não pode, não gosta ou não tem tempo de cozinhar diariamente, disponibilizar somente produtos de qualidade, naturais, não refinados etc. à pessoa que cozinha é uma solução viável. Afinal, “quem cozinha usa o que encontra na cozinha”.
Os custos deveriam ser encarados como investimentos em saúde, bem estar e prevenção de doenças. Quer coisa melhor do que estar bem física e mentalmente para trabalhar, ter lazer, curtir a família e tantas outras coisas boas? Quer coisa melhor do que ter filhos saudáveis? E a melhor farmácia do mundo deve estar na nossa cozinha, através dos produtos que Deus fez para nós, porque Ele é verdadeiramente sábio. E, pelo que sei, Ele não nos ofereceu os refinados, os conservantes, os glutamatos, leites de caixinha, em pó, pasteurizados..., fast food etc.
Além do mais, falo por experiência própria, a alimentação de verdade sai muito mais em conta do que aquela que a indústria tanto propaga. Basta ver o exemplo da feirinha de orgânicos. Quase tudo o que consumimos em casa vem de lá. Do mercado, pouquíssimas coisas. A sensação de liberdade, de não precisar daquela infinidade de potinhos, pacotinhos, saquinhos... é muito boa. Melhor ainda é saber que isso é a verdadeira prevenção de doenças. Faça a experiência!
Pense bem! Comer fora todos os dias pode não ser uma economia de fato. Mais vale uma comidinha super simples, porém bem feita, do que grandes variedades cheias de química.
Infelizmente, poucos são os restaurantes que seguem a linha tradicional. A maioria faz comida em larga escala, usando óleos refinados (mais baratos), margarina, farinha refinada etc. Alguns chefs renomados chegam a fazer propaganda de caldos de caixinha, que são cheios de glutamato monossódico.
A comida de verdade é muito mais em conta do que se imagina. A economia por não mais necessitar de tantos industrializados é muito grande. Leia os artigos relacionados neste blog. Se quiser mais informações ou orientações mais práticas e concretas, entre em contato.
segunda-feira, 28 de março de 2011
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