Há muito tempo queria escrever sobre isso, mas estava faltando um pouco de inspiração para reunir todos os aspectos presentes em minha mente. Trata-se de um assunto polêmico e bem extenso. Por isso, resolvi mesclar tudo: artigos de profissionais de confiança, opiniões e observações pessoais. Tudo para mostrar esse novo ângulo de visão a respeito do flúor, um produto tido como miraculoso, porém extremamente tóxico e potencial causa silenciosa de muitos males. Veja...
Na verdade, há uma abundância de provas de que o flúor pode ser altamente tóxico. Já se perguntou por que os produtos que contêm flúor possuem etiquetas de advertência como ... "Não engolir"?
"Apesar do que você foi levado a crer pela “saúde convencional”, o flúor não é um nutriente essencial e, em minha opinião, ele não impede a cárie dentária." (Essas são palavras do Dr. Mercola, com as quais concordo plenamente: também em minha opinião, o flúor não impede que a cárie ocorra).
Além disso, há muitos de estudos mostrando os perigos da ingestão de flúor, tanto de produtos odontológicos como de água fluoretada:
- Aumento da absorção de chumbo;
- Hiperatividade e/ou letargia;
- Lesões cerebrais e baixo QI;
- Demência;
- Diminuição da função da tireóide;
- Danos genéticos e morte celular;
- Prejuízos ao sistema imune;
- Fraturas ósseas e artrite;
- Câncer ósseo (osteossarcoma);
- Aumento do tumor e das taxas de câncer;
- Anormalidades na fertilidade.
Mesmo assim, é muito difícil encontrar um creme dental ou colutório sem flúor.
Aliás, a indústria da saúde bucal já se encarregou de entupir o mercado com uma infinidade de produtos que prometem de tudo. Na verdade, você não precisa e não deve se tornar escravo de tudo isso. Quer ter saúde bucal? Comece cuidando da alimentação que você ingere: tenha uma alimentação saudável de verdade!
O flúor enquanto elemento químico é um gás e nunca ocorre em seu estado livre. Em quantidades microscópicas, junto com outros minerais, é frequentemente listado como um mineral, um nutriente para a nutrição humana. Mas isto não tem nada a ver com o que encontramos na água ou em vários produtos. O flúor adicionado à nossa água potável é o hexafluorsilicato. Já o ácido fluorídrico é um subproduto químico do alumínio, aço, cimento, fosfato e de armas nucleares. O fluoreto de sódio, por sua vez, é a toxina ativa em venenos para ratos e baratas; em concentrações menores, é encontrado nos cremes dentais (isso mesmo, na pasta de dentes que você usa!). Portanto, o que vemos por aí é “um flúor feito pelo homem” e não tem qualquer valor nutritivo. Ao contrário, é um dos mais cáusticos produtos químicos industriais.
Já falamos outras vezes aqui: cuidado com o que é fabricado ou modificado pelo homem!!!
O ácido fluorídrico é usado para refinar gasolina de alta octanagem, para fazer fluorocarbonetos e clorofluorcarbonetos para freezers e condicionadores de ar, para fabricar telas de computadores, lâmpadas fluorescentes, semicondutores, plásticos, herbicidas...
Ele também tem a capacidade de queimar a carne até o osso, destruir os olhos e pulmões.
Uma vez no corpo, o flúor é um destruidor de enzimas humanas. Ele faz isso alterando as formas das enzimas. Cabe lembrar que as enzimas são fundamentais para a nossa sobrevivência, pois são responsáveis por reações específicas no organismo. Quando enzimas são alteradas, o organismo não mais as reconhece: é como se elas fossem corpos estranhos, invasores, e, por isso, o sistema imune (sistema de defesa do corpo) fica prejudicado, alterado, e o organismo passa a atacar a si próprio.
Mas se "flúor" faz tanto mal, por que ele continua sendo adicionado a tantos produtos do dia a dia? Simples: muito dinheiro e muitos interesses envolvidos, história de décadas. Se você quer conhecer um pouco sobre essa cadeia de interesses, clique AQUI e leia esse interessante artigo escrito por um amigo e respeitado profissional.
Todos os sistemas do organismo são dependentes de enzimas. Quando o flúor promove alterações dessas enzimas, podem ocorrer danos não só ao sistema imune, mas também ao digestivo, respiratório, circulatório, renal, hepático, cerebral, na função da tireóide, além do envelhecimento mais acelerado das célualas.
Como falei no início, o assunto é polêmico e longo. Por isso, será desmembrado em futuros outros artigos, para melhor relatar os efeitos do flúor nos sistemas do organismo.
O importante é ficar atento e procurar reduzir ao máximo as artificialidades da nossa rotina. É claro que não ficaremos isentos, porque vivemos em sociedade, dependemos de muita coisa (e isso tem seus aspectos positivos). Viver numa bolha é impossível, e também não seria saudável. Porém, não custa ter um pouco de bom senso e procurar optar por produtos mais simples e naturais. Já somos obrigados a consumir água fluoretada (um absurdo!), então por que ainda usar tantos produtos para bochechos, cremes dentais cheios de substâncias químicas e que prometem milagres, suplementação de flúor, verniz de flúor, ir ao dentista para passar flúor, participar de campanhas de flúor etc. etc. etc.?
quinta-feira, 26 de maio de 2011
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